Resenha: Robinson Crusoé, de Daniel Defoe
Editora: BestBolso

Sinopse:
Robinson Crusoé, de Daniel Defoe, é considerado o precursor do estilo romance na literatura. Escrito no século XVIII, conta a história de um jovem náufrago que vai esbarrar em uma ilha deserta, sendo o único sobrevivente de um desastre que destruiu o navio onde viajava e matou toda a tripulação. Embora seja categorizado como livro de aventura, no melhor estilo capa e espada, é também uma obra que suscita grande reflexão sobre temas como a solidão, a fé, lucidez e perseverança.



O que se trata?

Para quem não sabe absolutamente nada sobre está história, aí vai: Robinson é um jovem quando decide se tornar um aventureiro. Porém, seus pais odiaram a ideia. A vontade dos pais de Robinson, é que ele se torne um Juiz ou Advogado; eles achavam que se tornar aventureiro era algo absurdo, pois Robinson não precisava disso.
Mas, Robinson num belo dia, resolve fugir. E aí começa a aventura.
Crusoé sobe a bordo de um navio com destino a Londres, dia primeiro de Setembro de 1651. O mesmo descobre que está com muito medo, pois nunca se quer entrou num navio, tem uma crise de enjoos, e fez um juramento:
"[...] fiz o juramento de que, se aprouvesse a Deus poupar a minha vida naquela única viagem e eu voltasse a pôr os pés em terra, iria direto para casa do meu pai e nunca mais voltaria a entrar num navio enquanto vivesse."
página: 17
Crusoé não cumpriu o que disse.
Antes dele sofrer o náufrago acontece várias e várias coisas nesta narrativa. Mas, quando o náufrago acontece é algo tão... interessante, está é a palavra.
"Pois as súbitas, assim como as tristezas, são desconcertantes a princípio."
página: 63
E aí você vê que acontece o tão esperado e trágico náufrago.
O sortudo Crusoé consegue ainda pegar objetos do navio para tentar sobreviver naquela triste ilha. Ele não está totalmente só, pois quando o transtorno acontece; dois gato, e um cachorro também conseguem sobreviver.
Para quem não sabe, Robinson desembarcou no Brasil também, e pelo visto, acho que gostou.
Ele passa anos e anos naquela ilha, exatamente: 28 anos, dois meses e 19 dias.
Robinson aprende muita coisa durante esses anos.

O que achei do livro:

 O livro instiga a gente a querer saber mais e mais. Robinson aprende muita coisa durante essa trajetória toda. Ele se arrepende de ter desobedecido seus amados pais.
Esse livro faz com que fiquemos curiosos.
O final é muito bom. O único problema do livro é sempre está voltando no mesmo assunto; 'bora' mudar de assunto? Provavelmente Defoe nunca ouviu falar nisso.
Realmente não tenho muito o que dizer sobre este livro. Vale a pena lê-lo.
E quando eu lembrar de Robinson Crusoé; nunca esquecerei o que ele disse:
"Mesmo nos encontrando na mais miserável das situações deste mundo, sempre conseguimos encontrar algo para nos consolar."
Robinson Crusoé.
Dei quatro estrela ao livro.

Alguém aqui já leu? Comentem aí em baixo

Facebook | Twitter | Instagram | Skoob | Orelha de Livro


Deixe um comentário